Alguns dirigentes defenderam candidatura própria do PSB ao Governo do Rio Grande do Sul mas, no Estado, os socialistas buscarão alianças que dialoguem e fortaleçam a candidatura nacional de Eduardo Campos.
O presidente estadual do PSB, deputado Beto Albuquerque, avaliou o resultado do encontro afirmando que, ao ouvir as bases, ficou claro que os socialistas querem e já começam a trabalharpelo projeto nacional, advertindo, no entanto, que “Nosso partido não quer candidatura de construção. Queremos ganhar a presidência da República e as candidaturas estaduais precisam trabalhar nesse sentido”.
Hoje, a tarefa principal do PSB é a construção da candidatura de Eduardo Campos. O projeto de Brasil dos socialistas terá propostas objetivas e concretas para atender a voz das ruas e ir ao encontro das necessidades reais do povo brasileiro.
Sobre o plebiscito, os socialistas entendem que este não foi o clamor das manifestações, que, na realidade, cobraram melhores serviços públicos, mais saúde, educação, segurança e mobilidade urbana.
Durante a reunião, que lotou o Auditório da Fetag/RS, em Porto Alegre, os socialistas destacaram bandeiras defendidas em todo o Brasil como o fim das coligações proporcionais já para 2014; a unificação das eleições para 2018, mandatos de cinco anos sem reeleição, o fim foro privilegiado e o fim do voto secreto. O PSB gaúcho também destaca a necessidade de uma reforma de estado, que enfrente os problemas e privilégios do Executivo, Legislativo e Judiciário, incluindo Ministério Público e órgãos de fiscalização. Também defendem a criação do Sistema Único de Segurança Pública e a aplicação de 10% do Orçamento da União para a saúde, e 10% do PIB para a educação.
O encontro foi muito representativo, reunindo todos os deputados estaduais e federais do partido, o vice-governador, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e dirigentes estaduais e representantes dos movimentos sociais da sigla no Estado. Não faltaram criticas ao descontrole da economia brasileira que ameaça a estabilidade financeira, os preços e osempregos. Os socialistas criticaram as atitudes do governo federal que demonstra maior preocupação com as eleições do que com o diálogo e a solução dos problemas do país.
O presidente estadual do PSB, deputado Beto Albuquerque, avaliou o resultado do encontro afirmando que, ao ouvir as bases, ficou claro que os socialistas querem e já começam a trabalharpelo projeto nacional, advertindo, no entanto, que “Nosso partido não quer candidatura de construção. Queremos ganhar a presidência da República e as candidaturas estaduais precisam trabalhar nesse sentido”.
Hoje, a tarefa principal do PSB é a construção da candidatura de Eduardo Campos. O projeto de Brasil dos socialistas terá propostas objetivas e concretas para atender a voz das ruas e ir ao encontro das necessidades reais do povo brasileiro.
Sobre o plebiscito, os socialistas entendem que este não foi o clamor das manifestações, que, na realidade, cobraram melhores serviços públicos, mais saúde, educação, segurança e mobilidade urbana.
Durante a reunião, que lotou o Auditório da Fetag/RS, em Porto Alegre, os socialistas destacaram bandeiras defendidas em todo o Brasil como o fim das coligações proporcionais já para 2014; a unificação das eleições para 2018, mandatos de cinco anos sem reeleição, o fim foro privilegiado e o fim do voto secreto. O PSB gaúcho também destaca a necessidade de uma reforma de estado, que enfrente os problemas e privilégios do Executivo, Legislativo e Judiciário, incluindo Ministério Público e órgãos de fiscalização. Também defendem a criação do Sistema Único de Segurança Pública e a aplicação de 10% do Orçamento da União para a saúde, e 10% do PIB para a educação.
O encontro foi muito representativo, reunindo todos os deputados estaduais e federais do partido, o vice-governador, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e dirigentes estaduais e representantes dos movimentos sociais da sigla no Estado. Não faltaram criticas ao descontrole da economia brasileira que ameaça a estabilidade financeira, os preços e osempregos. Os socialistas criticaram as atitudes do governo federal que demonstra maior preocupação com as eleições do que com o diálogo e a solução dos problemas do país.
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